[ O DESAFIO ]
Como chamar a atenção para algo que pode estar presente todos os dias sem que a gente perceba?
Criado pelo Ministério Público Federal em parceria com outras instituições, o Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos precisava ampliar o conhecimento da população sobre os possíveis impactos dessas substâncias na saúde e no meio ambiente.
O desafio era tirar um tema complexo e pouco presente no cotidiano da comunicação para colocá-lo no centro da conversa, alcançando públicos urbanos e rurais em todo o Rio Grande do Sul.
[ A SOLUÇÃO ]
Para tornar o problema visível, colocamos o agrotóxico onde ninguém gostaria de encontrá-lo: na própria refeição.
Criamos o conceito “Agro sem tóxico” e partimos de uma provocação: produtos comuns do dia a dia passaram a ser apresentados com o nome “Agrotóxico”, acompanhados pela mensagem “Algumas substâncias não deveriam fazer parte das suas refeições.”
Primeiro, a campanha causava estranhamento. Depois, transformava o impacto em informação, direcionando o público para um hotsite com conteúdos sobre agrotóxicos e agroecologia.
A estratégia integrou TV, rádio, mídia exterior, ações de ativação, redes sociais, portais, mídia programática, Google e YouTube. A comunicação também foi adaptada para diferentes públicos, com abordagens específicas para falar com quem vivia na capital e no interior do estado.
[ O RESULTADO ]
Em 60 dias, mais de 21 milhões de impactos levaram o Agro sem Tóxico para todo o estado.
A campanha combinou a abrangência dos meios tradicionais com uma forte presença digital. TV, rádio e mídia exterior geraram mais de 15 milhões de impactos, enquanto a estratégia digital somou outros 6,4 milhões.
O conteúdo também despertou interesse além da exposição à campanha: o hotsite recebeu mais de 8,8 mil visitantes únicos e o filme ultrapassou 54 mil visualizações no YouTube, ajudando a ampliar o acesso às informações sobre o tema.