Governo do Estado do Rio Grande do Sul
67 mil+ casos em um ano. Era preciso fazer a dengue ser levada a sério.
Em vez de mostrar o mosquito, mostramos o que ele pode deixar para trás.
[ Desafio ]
Depois de anos falando de água parada, a doença seguia avançando.
Depois de anos de campanhas alertando sobre água parada e os focos do mosquito, a dengue ainda avançava de forma preocupante. Em 2022, o Rio Grande do Sul registrou mais de 67 mil casos em 453 municípios e 66 mortes pela doença.
O desafio do Governo do Estado era mudar a percepção dos gaúchos sobre o problema. Mais do que repetir orientações de prevenção, precisávamos deixar uma mensagem inequívoca: dengue é uma doença grave, pode matar e não deve ser subestimada.
[ Solução ]
Em vez de mostrar o mosquito, mostramos o que ele pode deixar para trás.
Criamos uma campanha emocional centrada na ausência de quem perdeu a vida para a dengue. Um violão esquecido dentro de casa tornou-se símbolo de alguém que não estava mais ali — um objeto cotidiano transformado em uma lembrança dolorosa para quem ficou.
A partir dessa narrativa, demos força a uma mensagem simples e direta: “A dengue mata.” A campanha rompeu com a abordagem tradicionalmente utilizada para falar da doença e trouxe suas consequências para uma dimensão humana, próxima e emocional.
A estratégia ganhou presença em televisão e nos principais ambientes digitais, levando a mensagem para todo o Rio Grande do Sul e reforçando também informações sobre sintomas e a importância de procurar atendimento na rede de saúde.
Quando a dengue mata, a ausência fica.
[ RESULTADOS ]
+0mil
casos de dengue registrados no Rio Grande do Sul em 2022.
0
municípios gaúchos com registros da doença.
0%
dos municípios do estado atingidos.
0
vidas perdidas para a dengue em apenas um ano.
Mais do que falar sobre o mosquito, a campanha falou sobre as consequências que ele pode deixar. Porque, quando a dengue mata, a ausência fica.